sexta-feira, 2 de abril de 2010
CHEGA AO FIM A SAÚDE PÚBLICA EM PETRÓPOLIS!
Dr: Mauro Peralta, Presidente da Casa do Médico de Petrópolis, por diversas vezes tentou alertar o governo municipal a respeito do agravamento da crise na saúde pública na cidade. Drs: João Wernek, Bruno Lombas, André Emmanuel e tantos outros médicos de renome também tentaram colaborar para que a caótica situação não chegasse a níveis insustentáveis. Porém, desde a tenebrosa Era Bomtempo, que administrada por pessoas leigas, desinformadas e desvinculadas do universo da Medicina, entre eles incluem-se o empresário do ramo de movelaria e ex-vereador Henrique Manzani, a empresária do ramo de modas Aparecida Barbosa, o melífluo dentista André Pombo e novamente Aparecida Barbosa, lamentávelmente a saúde pública em Petrópolis chega ao fim. A meses suportando uma desumana sobrecarga de trabalho para suprir a ausência de quase 60 médicos que pediram exoneração, esgotados física e psicológicamente devido múltiplas jornadas de trabalho, constantes deslocamentos para atender nos mais diversos pontos do município e principalmente desmotivados devido não existir, por parte das autoridades administrativas, qualquer medida sensata e eficiente que possa, mesmo que minimamente, corrigir as deficiências do sistema, os médicos do serviço de saúde pública de Petrópolis estão, gradativamente, abandonando seus locais de trabalho. No HMNSE já não existe atendimento principalmente nos finais de semana, o Posto de Saúde Alto da Serra já não suporta a sobregarga de trabalho e desde 20 de março último que 5 médicos do Centro de Saúde pediram afastamento alegando os mais diferentes motivos, uns, para tratamento da própria saúde, motivos particulares e outros solicitaram férias, paralizando, inclusive, o atendimento a diabéticos e doentes renais crônicos, isso significa que, necessitando de tratamento contínuo, esses pacientes correm sério risco de morte.
Não é leviandade nem mesmo demagogia as críticas de Ebenézer Anselmo a esse modelo irresponsável de governar uma cidade, um estado e até mesmo nosso País, esse escritor petropolitano e mais Arnaldo Jabour, Merval Pereira, Miríam Leitão e tantos outros, até mesmo esse inexpressivo articulista virtual, apenas nos servimos da única ferramenta que nos foi dada pelo Criador, ou seja, a pretensa habilidade e o gosto em escrever, para tentar colaborar na promoção e preservação do bem-estar de todos, afinal, também fazemos parte do tecido social, apenas analisamos os fatos e sem parcialidades ou partidarismo, de acordo com nossa visão, transmitimos-os aos nossos leitores, outros investem vultosas quantias de dinheiro e anos em Falcudades com objetivos mais altruístas, porém, parece que o povo prefere o sorriso falso de irresponsáveis politiqueiros, porque política é coisa séria, é a arte de bem administrar a sociedade e o patrimônio público, e não essa podridão que aí está em todos os cantos do nosso Brasil.
Enquanto a Secretária de Saúde de Petrópolis adquire, via Pregão Eletrônico, quase 300 computadores para favorecer monetáriamente a Top On Informática, do Alto da Serra, o povo petropolitano, principalmente os menos favorecidos, perambulam pelas ruas em busca, e nunca conseguem, de tratamento de saúde. Reconhecemos que, com excessão da INTER-TV, a imprensa petropolitana sempre denunciou e exigiu melhorias na caótica administração da saúde pública de Petrópolis, porém, os orgão fiscalizadores optaram pela omissão pois interessa-lhes a continuidade dessa bisonha politicagem do Presidente Lula. Não sou médico, nem mesmo petropolitano sou, mas trata-se de tentar preservar vidas humanas e poderíamos ser um pouco mais sensatos e solidários com nossos semelhantes, muitos deles já perderam a vida nas intermináveis filas dos hospitais, os que sobreviveram caminham para o extermínio total.
Entendo que chegou a hora de nos unirmos com serenidade, consciência social, mas firmemente, exigir mudanças na Secretaria de Saúde de Petrópolis!
Não é leviandade nem mesmo demagogia as críticas de Ebenézer Anselmo a esse modelo irresponsável de governar uma cidade, um estado e até mesmo nosso País, esse escritor petropolitano e mais Arnaldo Jabour, Merval Pereira, Miríam Leitão e tantos outros, até mesmo esse inexpressivo articulista virtual, apenas nos servimos da única ferramenta que nos foi dada pelo Criador, ou seja, a pretensa habilidade e o gosto em escrever, para tentar colaborar na promoção e preservação do bem-estar de todos, afinal, também fazemos parte do tecido social, apenas analisamos os fatos e sem parcialidades ou partidarismo, de acordo com nossa visão, transmitimos-os aos nossos leitores, outros investem vultosas quantias de dinheiro e anos em Falcudades com objetivos mais altruístas, porém, parece que o povo prefere o sorriso falso de irresponsáveis politiqueiros, porque política é coisa séria, é a arte de bem administrar a sociedade e o patrimônio público, e não essa podridão que aí está em todos os cantos do nosso Brasil.
Enquanto a Secretária de Saúde de Petrópolis adquire, via Pregão Eletrônico, quase 300 computadores para favorecer monetáriamente a Top On Informática, do Alto da Serra, o povo petropolitano, principalmente os menos favorecidos, perambulam pelas ruas em busca, e nunca conseguem, de tratamento de saúde. Reconhecemos que, com excessão da INTER-TV, a imprensa petropolitana sempre denunciou e exigiu melhorias na caótica administração da saúde pública de Petrópolis, porém, os orgão fiscalizadores optaram pela omissão pois interessa-lhes a continuidade dessa bisonha politicagem do Presidente Lula. Não sou médico, nem mesmo petropolitano sou, mas trata-se de tentar preservar vidas humanas e poderíamos ser um pouco mais sensatos e solidários com nossos semelhantes, muitos deles já perderam a vida nas intermináveis filas dos hospitais, os que sobreviveram caminham para o extermínio total.
Entendo que chegou a hora de nos unirmos com serenidade, consciência social, mas firmemente, exigir mudanças na Secretaria de Saúde de Petrópolis!
domingo, 28 de março de 2010
BRAVATAS INCONVENIENTES.
Nos últimos dias dois fatos entristeceram o funcionalismo público petropolitano. A prisão, em flagrante, do motorista da Secretaria Municipal de Saúde, Cristovão Alecrim, quando saía com carro oficial da Favela do Lixão, em Duque de Caxias, transportando, segundo reportagem no jornal Tribuna de Petrópolis, de 23.03.2010, 200 papelotes de cocaína, a prisão também de um funcionário da Condep transportando pedras de crak em um veículo da Unidade. Excluindo a Alta Diretoria da administração pública local, a maioria das pessoas tem conhecimento do envolvimento de alguns servidores municipais com o sub-mundo das drogas, outros com furtos, e ainda outros com a vergonhosa comercialização de cadáveres...chocante, mas quando ambulâncias transportam pacientes de suas residências para algun hospital público petropolitano e estes estiverem passando muito mal, alguns motoristas e ajudantes recebem uma "gorjeta" de R$ 50,00 caso avisem a Funerária Osvaldo Cruz que o mesmo veio a falecer, valor esse repassado, disfarçado de diversas formas, as despesas de sepultamento do falecido (a), tenha ela ou não condições financeiras de pagar. Desse esquema fazem parte também Auxiliares de Enfermagem, Recepção...um ingênuo motorista conhecido por "Batoré", devido convicções religiosas teve a "ousadia" de denunciar, a 3 anos aproximadamente, esses delitos e foi colocado em disponibilidade funcional, envergonhado, pediu exoneração e atualmente dirige um caminhão de verduras em Juiz de Fora, para onde se mudou. O denunciado, um ajudante de ambulância conhecido por Antenor, continua no HMNSE recebendo propinas caso avise a mesma funerária da existência de cadáveres no hospital público.
Esses e outros delitos alcançam tão altas proporções porque inexiste uma administração séria e competente, particularmente na área da saúde pública, onde a atual Costureira-Secretária é assessorada por uma bisonha Comissão Permanente de Inquérito Administrativo, composta por leigos em qualquer ramo do Direito, e presidida por quem se prestar a atender as diretrizes de seus chefes, aos quais não interessa apurações alguma, e sim aparecer sorridentes diante de uma câmera de TV para dar a falsa imprensão que está tudo as Mil Maravilhas na administração pública de Petrópolis, evitando assim imacular seu magestoso título de Cidade Imperial.
No caso Cristovão Alecrim, foram totalmente desnecessárias as bravatas da Exma: Sra: Costureira-Secretária da Saúde diante da imprensa dizendo que iria exonera-lo, sabemos que servidores público, se condenado em processo criminal, e esse transitado em julgado, automáticamente perde a função pública. Inconvenientes essas bravatas porque, ao contrário dessa senhora, todos que conhecem esse motorista estão consternados, jamais esperavam esse desvio de comportamento do Cristovão Alecrim. Óbviamente é necessário que pague pelo seu erro e algum gesto de humanismo seria esperar demais de algum desses pernósticos Secretários (as) de Paulo Mustrangi, porém, deveriam evitar "fazer média" diante da imprensa petropolitana utilizando o infortúnio de um até então digno e modesto servidor público, que tão ingênuamente desgraçou a própria vida.
Esses e outros delitos alcançam tão altas proporções porque inexiste uma administração séria e competente, particularmente na área da saúde pública, onde a atual Costureira-Secretária é assessorada por uma bisonha Comissão Permanente de Inquérito Administrativo, composta por leigos em qualquer ramo do Direito, e presidida por quem se prestar a atender as diretrizes de seus chefes, aos quais não interessa apurações alguma, e sim aparecer sorridentes diante de uma câmera de TV para dar a falsa imprensão que está tudo as Mil Maravilhas na administração pública de Petrópolis, evitando assim imacular seu magestoso título de Cidade Imperial.
No caso Cristovão Alecrim, foram totalmente desnecessárias as bravatas da Exma: Sra: Costureira-Secretária da Saúde diante da imprensa dizendo que iria exonera-lo, sabemos que servidores público, se condenado em processo criminal, e esse transitado em julgado, automáticamente perde a função pública. Inconvenientes essas bravatas porque, ao contrário dessa senhora, todos que conhecem esse motorista estão consternados, jamais esperavam esse desvio de comportamento do Cristovão Alecrim. Óbviamente é necessário que pague pelo seu erro e algum gesto de humanismo seria esperar demais de algum desses pernósticos Secretários (as) de Paulo Mustrangi, porém, deveriam evitar "fazer média" diante da imprensa petropolitana utilizando o infortúnio de um até então digno e modesto servidor público, que tão ingênuamente desgraçou a própria vida.
domingo, 21 de março de 2010
REFLEXOS DA TENEBROSA "ERA BOMTEMPO"!
Médico, mas com insaciável avidez pelo Poder, Rubens Bomtempo investiu seus 8 anos de governo municipal em obras faraônicas, óbviamente desviando verbas de outros setores, principalmente da saúde pública. Também construiu inexpresivas praças, estreitou ruas principais da cidade, distribuiu banquinhos pelas calçadas, pensando conseguir assim destacar-se políticamente a nível estadual como exemplificação da administração pública. Inconsequente e aliado ao ex-vereador Helinho, promoveram um táxista a *construtor*, um auxiliar administrativo a *arquiteto*, juntos criaram a Construtrinta Empreiteira e Pavimentações Ltda., e através de licitações fraudolentas, construiram, com verbas do Município, Estado e União, entre outras outras obras públicas, os 52 Postos de Saúde da Família (PSFs) do Município, é visível as incorreções estruturais mesmo para leigos em Engenharia Civil, desnivelamento de vigas e pisos, telhados sem cálculos de caimento, porisso as goteiras e infiltrações em todos os Postos. Bomtempo deixou também um legado de corrupções, negociatas e favoritismos em todas as Secretarias Municipais, as articulações politiqueiras no governo Bomtempo possibilitou a empresários da construção civil, de movelaria, modas, serem empossados no cargo de Secretário Municipal de Saúde mesmo sendo leigos e desvinculados do universo da Medicina, foram 8 ao todo, entre eles apenas um competente médico, Dr: João Wernek, mas, avesso a falcatruas, Wernek ficou no cargo apenas 6 meses. Esses desmandos administrativos óbviamente causou enorme fragmentação no relacionamento profissional entre os médicos, difícilmente algum deles aceitaria, atualmente, assumir a Pasta da saúde pública. sabendo do enorme comprometimento com a corrupção em que a administração pública de Petrópolis está, a anos, envolvida.
Ao deixar a Prefeitura de Petrópolis em dezembro/2008, o fanfarrão Rubens Bomtempo encontrou abrigo no governo estadual, diretor de *alguma coisa* no Cais do Porto/RJ. Patético, mas nessa altura dos acontecimentos é muito natural essa troca de favores entre governantes, pois todos eles, seja a nível Municipal, Estadual e principalmente Federal, estão envolvidos em nebulosas negociatas orquestradas pelos detentores do poderio financeiro internacional para modificarem a ordem financeira, política e social no Mundo. Ao naufragar o modelo neo-liberal importado para o Brasil por Collor de Melo e seus *descamisados*, FHC e suas privatizações, Lula e sua *política de dominação*, a Nova Ordem é *Salve-se quem puder*!
Lamentávelmente é possível que alguns petropolitanos menos informados conduzam Bomtempo a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, uma pena, pois esse homem deveria estar é na cadeia. Quando tivermos um Ministério Público sério esse tipo de coisa jamais volta a acontecer. Boa sorte a todos!
Ao deixar a Prefeitura de Petrópolis em dezembro/2008, o fanfarrão Rubens Bomtempo encontrou abrigo no governo estadual, diretor de *alguma coisa* no Cais do Porto/RJ. Patético, mas nessa altura dos acontecimentos é muito natural essa troca de favores entre governantes, pois todos eles, seja a nível Municipal, Estadual e principalmente Federal, estão envolvidos em nebulosas negociatas orquestradas pelos detentores do poderio financeiro internacional para modificarem a ordem financeira, política e social no Mundo. Ao naufragar o modelo neo-liberal importado para o Brasil por Collor de Melo e seus *descamisados*, FHC e suas privatizações, Lula e sua *política de dominação*, a Nova Ordem é *Salve-se quem puder*!
Lamentávelmente é possível que alguns petropolitanos menos informados conduzam Bomtempo a Assembléia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro, uma pena, pois esse homem deveria estar é na cadeia. Quando tivermos um Ministério Público sério esse tipo de coisa jamais volta a acontecer. Boa sorte a todos!
sábado, 20 de março de 2010
Manutenção e Higienização Hospitalar
Hospitais de qualquer porte, ou outra Unidade de tratamento de saúde, são Instituições que necessitam, obrigatóriamente, estar apta a trabalhar continuadamente. O bom desempenho do Corpo Clínico, Enfermagem...dependem da satisfatória atuação de outros setores no âmbito hospitalar, entre eles destacam-se os serviços de Manutenção e Higienização Hospitalar. Entende-se esses serviços como um conjunto de atividades exercidas por eletrotécnicos, eletricistas, bombeiros-hidráulicos, pintores, carpinteiros, pedreiros, faxineiros...alguns oriundos da construção civil, outros, de serviços domésticos, cuja qualificação profissional foi adquirida em anteriores vivência no ramo escolhido. Óbviamente compete a Instituição que necessita contratar os serviços desses operários, desenvolver uma eficiente política de integração no âmbito hospitalar, pois, embora sem conhecimentos básicos do assunto, atuam num ambiente muitas das vezes bastante infecto-contagioso.
Percebe-se que as atividades relacionadas principalmente com a manutenção predial, necessita ser coordenada por um profissional com formação técnica na área da Engenharia Civil, apto a liderar equipe de trabalhadores, abordando também com a Alta Diretoria da Instituição, as necessidades do setor sob seu comando, buscando continuado aperfeiçoamento organizacional e técnico-operacional, isso porque, bastante dinâmico e em constantes modificações, a estrutura organizacional de um Hospital necessita que essa equipe de operários seja disciplinada, técnicamente treinada, e principalmente, liderados por alguem conhecedor do ramo.
Em outubro de 1999 a Fundação Municipal de Saúde de Petrópolis procurou, através de concurso público organizado pela Fundação Escola do Serviço Público, FESP/RJ, atender a essa necessidade no Município, com a possibilidade de um arquiteto, Sr: Tarcísio, vir a coordenar esses setores.
Porém, as desastrozas administrações de Rubens Bomtempo e mais recentemente Paulo Mustrangi, desmantelou completamente esses serviços na área de saúde pública de Petrópolis. Seus subservientes bajuladores completamente leigos nessas atividades, foram promovidos a Chefes de Manutenção e Higienização Hospitalar, um deles Administrador de Cemitérios, outros, Auxiliares Administrativos que não sabem o que significa um reator elétrico, desconhecem reparos hidrálicos, como dividir espaços para divisórias e muito menos o que é uma porta de circulação. Porisso profissionais dessas atividades ficam em total ociosidade enquanto apodrecem equipamentos hospitalares e prédios do setor estão desmoronando devidos infiltrações. Sabe-se que no Hospital Municipal Dr: Nelson de Sá Earp, HMNSE, desde 2003 é um pedreiro semi-alfabetizado e quase cego devido glaucoma em ambos os olhos, que constantemente manipula os equipamentos de emissão de oxigênio e ar-comprimido para setores vitais, inclusive para a Unidade de Tratamento Intensivo, UTI, evidentemente muitas pessoas morreram devido a irresponsabilidade administrativa nesse hospital público. Alguém sabe por onde anda o Ministério Público?
Percebe-se que as atividades relacionadas principalmente com a manutenção predial, necessita ser coordenada por um profissional com formação técnica na área da Engenharia Civil, apto a liderar equipe de trabalhadores, abordando também com a Alta Diretoria da Instituição, as necessidades do setor sob seu comando, buscando continuado aperfeiçoamento organizacional e técnico-operacional, isso porque, bastante dinâmico e em constantes modificações, a estrutura organizacional de um Hospital necessita que essa equipe de operários seja disciplinada, técnicamente treinada, e principalmente, liderados por alguem conhecedor do ramo.
Em outubro de 1999 a Fundação Municipal de Saúde de Petrópolis procurou, através de concurso público organizado pela Fundação Escola do Serviço Público, FESP/RJ, atender a essa necessidade no Município, com a possibilidade de um arquiteto, Sr: Tarcísio, vir a coordenar esses setores.
Porém, as desastrozas administrações de Rubens Bomtempo e mais recentemente Paulo Mustrangi, desmantelou completamente esses serviços na área de saúde pública de Petrópolis. Seus subservientes bajuladores completamente leigos nessas atividades, foram promovidos a Chefes de Manutenção e Higienização Hospitalar, um deles Administrador de Cemitérios, outros, Auxiliares Administrativos que não sabem o que significa um reator elétrico, desconhecem reparos hidrálicos, como dividir espaços para divisórias e muito menos o que é uma porta de circulação. Porisso profissionais dessas atividades ficam em total ociosidade enquanto apodrecem equipamentos hospitalares e prédios do setor estão desmoronando devidos infiltrações. Sabe-se que no Hospital Municipal Dr: Nelson de Sá Earp, HMNSE, desde 2003 é um pedreiro semi-alfabetizado e quase cego devido glaucoma em ambos os olhos, que constantemente manipula os equipamentos de emissão de oxigênio e ar-comprimido para setores vitais, inclusive para a Unidade de Tratamento Intensivo, UTI, evidentemente muitas pessoas morreram devido a irresponsabilidade administrativa nesse hospital público. Alguém sabe por onde anda o Ministério Público?
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