Hospitais de qualquer porte, ou outra Unidade de tratamento de saúde, são Instituições que necessitam, obrigatóriamente, estar apta a trabalhar continuadamente. O bom desempenho do Corpo Clínico, Enfermagem...dependem da satisfatória atuação de outros setores no âmbito hospitalar, entre eles destacam-se os serviços de Manutenção e Higienização Hospitalar. Entende-se esses serviços como um conjunto de atividades exercidas por eletrotécnicos, eletricistas, bombeiros-hidráulicos, pintores, carpinteiros, pedreiros, faxineiros...alguns oriundos da construção civil, outros, de serviços domésticos, cuja qualificação profissional foi adquirida em anteriores vivência no ramo escolhido. Óbviamente compete a Instituição que necessita contratar os serviços desses operários, desenvolver uma eficiente política de integração no âmbito hospitalar, pois, embora sem conhecimentos básicos do assunto, atuam num ambiente muitas das vezes bastante infecto-contagioso.
Percebe-se que as atividades relacionadas principalmente com a manutenção predial, necessita ser coordenada por um profissional com formação técnica na área da Engenharia Civil, apto a liderar equipe de trabalhadores, abordando também com a Alta Diretoria da Instituição, as necessidades do setor sob seu comando, buscando continuado aperfeiçoamento organizacional e técnico-operacional, isso porque, bastante dinâmico e em constantes modificações, a estrutura organizacional de um Hospital necessita que essa equipe de operários seja disciplinada, técnicamente treinada, e principalmente, liderados por alguem conhecedor do ramo.
Em outubro de 1999 a Fundação Municipal de Saúde de Petrópolis procurou, através de concurso público organizado pela Fundação Escola do Serviço Público, FESP/RJ, atender a essa necessidade no Município, com a possibilidade de um arquiteto, Sr: Tarcísio, vir a coordenar esses setores.
Porém, as desastrozas administrações de Rubens Bomtempo e mais recentemente Paulo Mustrangi, desmantelou completamente esses serviços na área de saúde pública de Petrópolis. Seus subservientes bajuladores completamente leigos nessas atividades, foram promovidos a Chefes de Manutenção e Higienização Hospitalar, um deles Administrador de Cemitérios, outros, Auxiliares Administrativos que não sabem o que significa um reator elétrico, desconhecem reparos hidrálicos, como dividir espaços para divisórias e muito menos o que é uma porta de circulação. Porisso profissionais dessas atividades ficam em total ociosidade enquanto apodrecem equipamentos hospitalares e prédios do setor estão desmoronando devidos infiltrações. Sabe-se que no Hospital Municipal Dr: Nelson de Sá Earp, HMNSE, desde 2003 é um pedreiro semi-alfabetizado e quase cego devido glaucoma em ambos os olhos, que constantemente manipula os equipamentos de emissão de oxigênio e ar-comprimido para setores vitais, inclusive para a Unidade de Tratamento Intensivo, UTI, evidentemente muitas pessoas morreram devido a irresponsabilidade administrativa nesse hospital público. Alguém sabe por onde anda o Ministério Público?
sábado, 20 de março de 2010
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